“Nós, humanos, estamos condenados a viver ligados uns aos outros .Enquanto uma única pessoa estiver sofrendo, ninguém será totalmente feliz. Nada no mundo nos é estranho, nem a dor, nem a alegria, pois o mundo continua a ser um lugar de sofrimento, mesmo quando o prazer existe - e não deixa de ser prazeroso mesmo quando há dor. Quanto mais vivenciamos o sofrimento, mais apreciamos a felicidade. Eis por que não devemos sufocar os sentimentos de nosso coração: não devemos nunca viver como estranhos uns para os outros!” (A. G. Roemmers)
”Não me entenda mal. Não era espalhafatosa nem fútil. Olhamos para o fogo porque ele lampeja, porque brilha. É a luz que capta nosso olhar, mas o que faz o homem ficar perto do fogo nada tem a ver com sua forma luminosa. O que nos atraia para o fogo é o calor que sentimos ao chegar perto dele. O mesmo se aplicava a ela.” (Patrick Rothfuss)
“Quanto mais observo os humanos com os quais convivo sob o mesmo teto, tanto mais me vejo obrigado a concluir que se tratam de seres egoístas.” (Natsume Soseki)
”Houve um tempo em que, se tivesse de optar entre duas cegueiras, escolheria ser cego ao esplendor do mar, às montanhas, ao pôr do sol no Rio de Janeiro, para ter olhos de ler o que há de belo, em letras negras sobre fundo branco.” (Chico Buarque)
”Deixe-me lhe dar um conselho, bastardo - disse Lannister. - Nunca se esqueça de quem é, porque é certo que o mundo não se lembrará. Faça disso sua força. Assim, não poderá ser nunca a sua fraqueza. Arme-se com esta lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo.” (George R. R. Martin)
“Era estranho que ele, para quem um bosque ou um céu matinal, na Terra, tinham por vezes sido um gênero de refeição, tivesse de ter vindo para outro planeta a fim de entender a Natureza como uma coisa por direito próprio.” (C. S. Lewis)
”E os olhos encontraram-se, umedeceram-se. Ela sentiu-se muito perturbada; desprendeu as mãos; foi abrir as vidraças ambas, dar à sala uma claridade larga como uma publicidade; sentou-se numa cadeira ao pé do piano, receando a penumbra, o sofá, todas as cumplicidades; e pediu que cantasse alguma coisa, porque já temia as palavras, tanto como os silêncios!” (Eça de Queiroz)